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Archive for Junho, 2006

Some Taurus

Taurus Talks to Plants and Pets

Taurus types have "green fingers", not just a "green thumb", and are magically able to make things grow; where their lesser brethren would have no success at all. If they live in town, then their houses and apartments may be full of indoor plants, all of which will be flourishing. This is often because, in spite of their pragmatism, talking to plants comes naturally to them.

And then there are animals. The Taurus types are particularly good at working their magic with animals of all kinds, and are likely to feel empathy with their pets. "Do you want a drink?" they will ask the dog when he gazes lovingly at them; and of course that is exactly what he wanted. Talking dog or horse language seems like magic to me, even if it’s quiet, country magic!

Hobbits and Habits

Hobbits, we are told by Tolkein, are likely to be "inclined to be fat in the stomach". No Taurus is born fat; but a liking for "two dinners a day" tends to pad them with a little plumpness! It’s not that Taurus is greedy, exactly – it is more, I think, about the sensual pleasure of food. Many Taurus types enjoy cooking, and this sometimes leads to the fallacy that they are good, mothering, homey types. Well, some Taureans may be, but I think this stems more from their desire for stability and comfort than from any inherent maternal instinct. More about this later!

Tolkein’s hobbits tended to "dress in bright colours", and colour is often very important to a Taurus type. They sometimes have quite a talent for interior design, tending to go for richness and quality – something lasting and timeless, rather than today’s fashion which will be gone tomorrow.

 

(from http://www.astrologyzine.com/taurus-1.shtml)

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Acertar o relógio ao som de um canhão

«(…) no Palácio da Pena, em Sintra, existe outra meridiana, que tem a particularidade de permitir disparar um pequeno canhão quando o Sol atinge a posição do meio-dia.»

d’"A Espiral Dourada"

Acertar relógios mecânicos ao som de um canhão… Isto é que eram tempos…

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Irracionalidade Mundial 2006

Há quem justifique o "fenómeno do futebol" (vulgo irracionalidade, histerismo ou parvoíce do futebol) pela perspectiva económica. Quando a selecção de um dado país tem bons resultados, a imagem desse país sobe na consideração mundial e aumentam os negócios.

É um argumento irrefutável. Há os números, que não mentem. E é muito conveniente à maioria da população, porque justifica sem grande esforço as mais estúpidas atitudes que se cometem – desde que sejam em nome do futebol, são pela recuperação da economia.

"Paixão", "economia", "festa"… Argumentos de peso para se ser cada vez mais estúpido. Se a histeria é apaixonada, se a idiotice é alegre e se a estupidez traz dinheiro, para que queremos nós ter ou promover as virtudes da ponderação, do bom senso e da inteligência? É mais ou menos como na estrada: se podemos usar o carro como compensação da nossa fraqueza pessoal, porque não havemos de conduzir como macacos da selva e ignorar as regras do mundo civilizado? Ou como nos impostos e em tudo o resto. O português não é convencional, é esperto – afasta os obstáculos da civilização e da inteligência, e vai por atalhos.

No futebol, o atalho é a estupidez absoluta. Quanto mais estúpido melhor. Prestes a começar o Mundial 2006, começa a lavagem cerebral das televisões, dando com estupidez mas enorme eficácia um destaque absoluto aos "craques" portugueses. Sempre à portuguesa, cada vez mais à portuguesa. Lá começam as frases do tipo "quanto mais silêncio que se vai fazendo..", as perguntas do tipo "sabe o que é Portugal?" a todo o estrangeiro que passa diante do microfone (sabe-se lá porquê, o português adora ouvir o estrangeiro falar de algo deste país, seja dos jogadores da selecção, do vinho, das praias ou das rolhas, como se a nossa existência confirmada por um estrangeiro fosse uma espécie de consagração, algo bem para além das aspirações nacionais, algo que precisamos para ter a certeza que existimos…), e as opiniões de jogadores profissionais bem pagos que se comportam como miúdos imaturos fugidos da escola.

Os jogadores… Ao ver o comportamento dos próprios, e o comportamento que a chamada "organização" tem para com eles, dificilmente se acredita que algum tenha atingido os 18 anos. Uns proibem-nos, tipo dono do cão, de falar com os jornalistas, o treinador fala com eles como se fala para miúdos, ralhando, e eles próprios, no pouco que dizem, têm cuidados redobrados em não dar a sua opinião, mesmo que a tenham. Antes repetem banalidades numa língua inventada pelo futebol nacional que se assemelha algumas vezes à portuguesa, noutras à brasileira e noutras ainda à castelhana.

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